30 Milhões de Acessos!

•janeiro 2, 2015 • Deixe um comentário

O blog já superou 30 milhões de acessos!

Obrigada a todos por mais essa conquista.

Obrigada pela visita e voltem sempre.

Midori Hoshi

Saint Seiya Ômega

•fevereiro 23, 2014 • Deixe um comentário

 

saint-seiya-omega

A mais nova animação do universo de Cavaleiros do Zodíaco é Saint Seiya Ômega.

O roteiro desse animê não foi baseado no mangá de Massami Kurumada. Ele tem início vários anos após o final da batalha contra Hades e mistura antigos personagens em versões mais velhas (Saori, Seiya, Shina, Tatsumi etc.) com novos personagens, como o filho do Shiryu com a Shunrei.

Ao assistir aos primeiros episódios, não me senti assistindo aos Cavaleiros do Zodíaco. Parecia que os Pokemon tinham virado gente, recebido armaduras de Athena e ido ter aulas na escola do Harry Potter… Mas eu também gosto de Pokemon e de Harry Potter, então continuei assistindo. Devo dizer que não me arrependi.

O verdadeiro fã vai sentir que não se trata de uma obra de Kurumada e vai torcer o nariz (eu também torci, no início). Mas, se você se despir dos preconceitos e assistir, pode se distrair, se divertir e até se emocionar.

Os primeiros 12 episódios estão disponíveis para venda no Brasil, em DVD, mas a série tem mais de 90 episódios.

Obrigada pela visita e volte sempre!

Vinte e dois milhões de acessos!!!

•julho 22, 2012 • 3 Comentários

Ultrapassamos a marca de vinte e dois milhões de acessos!!!

Obrigada a todos pelo carinho!

Nos acompanhe no twitter @midorihoshi

Obrigada pela visita e volte sempre!

Midori Hoshi

Fanfiction: Os Cavaleiros do Zodíaco: A Batalha de Hefesto – Capítulo 2

•março 28, 2011 • 1 Comentário

A Batalha de Hefesto

Capítulo 2

Cena 5: Seika

Na manhã seguinte, Seika foi até o quarto de Seiya para ver como ele estava.

– Como está se sentindo, Seiya?

– Um pouco melhor, obrigado. Sabe, Seika, eu nem acredito que você está mesmo aqui. Procurei por você em todos os lugares e, no fim, foi a Marin que te encontrou.

– Marin ficou sabendo que uma moça com a idade e as características físicas que você tinhas descrito tinha perdido a memória e vivia numa vila nos arredores de Atenas. Então ela foi até lá e me encontrou. Eu só comecei a recobrar a memória mais tarde. Mas ainda há muitos espaços vazios na minha memória, muitas coisas de que não consigo me lembrar.

– Não se preocupe, Seika. Tenho certeza de que, com o tempo, sua memória vai acabar voltando.

– Talvez… Sabe, Seiya, a falta de memória nem me incomoda tanto, eu já me acostumei com ela. O problema é que tenho uma sensação estranha de que esqueci de algo muito importante… Mas isso não importa agora, o importante é que você está fora de perigo.

– Eu estou bem agora, mas como está a Saori?

– Eu ainda não falei com ela hoje. Quando falei com a enfermeira ontem à noite, ela me disse que a Sta. Saori estava bem, mas que estava exausta e precisava descansar. Mas, Seiya, será que pode me explicar o que aconteceu ontem? Num momento, você estava em coma e a Sta. Kido estava bem, no outro, você estava fora de perigo e ela estava desacordada.

– Eu também não sei muito bem o que aconteceu. Eu me lembro de estar vagando por um lugar muito escuro que parecia com as ruínas do Mundo dos Mortos. Eu caminhei muito até que comecei a cair. No meio da queda, eu senti o cosmo de Athena me envolvendo e me trazendo de volta. Acho que Saori fez um grande esforço para me trazer de volta à vida e por isso desmaiou.

Seika conversou mais um pouco com o seu irmão. Depois de afofar seu travesseiro e ajeitar suas cobertas, ela se despediu dele e foi visitar Hyoga. O Cavaleiro de Cisne já estava acordado e esperava sua chegada.

– Como estão o Seiya e a Saori?

– Eles estão bem. Mas a recuperação de Seiya foi um verdadeiro milagre. Os médicos disseram que ele não sobreviveria.

Eles até agora não entendem como ele recobrou a conciência.

– Eu senti o cosmo de Athena se expandindo logo antes do Seiya acordar.

– Seiya me disse que sentiu que o cosmo de Athena o salvou das portas da morte.

– Isso explica o desmaio da Saori. O corpo dela ainda não se recuperou totalmente do esforço da última batalha.

Eles conversaram ainda por um bom tempo, então Seika abriu as cortinas e as janelas para deixar o sol entrar e pegou o jarro de flores que estava ao lado da cama do Hyoga.

– Vou trocar a água das flores e já volto.

No caminho, ela passou pelo quarto de Shun e entrou. Ele estava começando a tomar o café da manhã que a enfermeira havia trazido. O Cavaleiro de Andrômeda pediu notícias de Seiya e ficou feliz em saber que ele se recuperava bem.
Seika então foi ao quarto de Ikki e o encontrou vazio. Ela deixou o vaso com as flores sobre a mesa de cabeceira e foi procurar uma enfermeira.

– Está tudo bem com o paciente do quarto 503?

– Vou levar o café da manhã dele agora – respondeu a enfermeira que empurrava um carrinho com as refeições matinais dos pacientes do andar.

– Mas ele não está no quarto. Você sabe se ele foi levado para fazer algum exame, por exemplo, ou se foi transferido de quarto?Mas a enfermeira não tinha informação de que nenhuma dessas coisas tivesse ocorrido. Depois de analisar o prontuário de Ikki e conversar com as outras enfermeiras, ela começou a parecer preocupada e foi procurar o médico de plantão.Vendo a porta do quarto de Shiryu aberta, a irmã de Seiya entrou e encontrou Shunrei a quem contou sobre o sumiço do Cavaleiro de Fênix. Shiryu, que ouvia a conversa enquanto escovava os dentes no banheiro do quarto, disse que ela não devia se preocupar com Ikki.

– O Ikki não fica muito tempo em lugar nenhum. Ele começa a se sentir preso e acaba indo embora. Não se preocupe com ele, provavelmente foi para o vulcão cuidar das feridas.

Como Shiryu e Shunrei não pareciam preocupados com o sumiço de Ikki, Seika decidiu que seria melhor também não não se preocupar e foi visitar Saori, cujo quarto se localizava no final do corredor. Entretanto, ao tentar entrar, foi barrada por um segurança da Fundação Graad, que afirmou que a Sta. Kido tinha dado ordens expressas para não ser incomodada. Seika achou que ela devia estar descansando e não insistiu para não incomodá-la. Poderiam conversar mais tarde, quando ela se sentisse melhor.

Cena 6: Saori

Durante todo aquele dia e nos dois subsequentes, seguranças que se revezavam em turnos, continuavam guardando a porta do quarto de Saori. Seika já não conseguia mais notícias da Sta. Kido através das enfermeiras e dos médicos. Ela não contou a Seiya o que estava acontecendo para não preocupá-lo, pois o estado de saúde dele ainda inspirava cuidados, mas decidiu conversar com Hyoga, que se mostrou preocupado.

– Já faz muito tempo que não sinto a proximidade do cosmo de Athena… Eu vou até lá com você. Precisamos saber como está a Saori. O estado de saúde dela pode ser pior do que nós imaginávamos.

O Cavaleiro de Cisne foi com Seika até a porta do quarto de Athena e exigiu entrar. Quando não foi atendido, segurou o segurança com uma das mãos e quebrou a porta com a outra. Ao entrar, eles descobriram que não havia ninguém lá.
Shiryu, que descansava no quarto ao lado, ouviu o barulho da porta sendo partida e foi até lá. Logo Shun também apareceu. Perplexos, eles interrogaram o segurança que, em pânico, jurou que não sabia de nada e que, durante o tempo em que estivera de guarda, ninguém entrara ou saíra do quarto. Os médicos e enfermeiros também desconheciam o paradeiro da Sta. Kido.

No meio de tanta confusão, Seiya, que dormia sob o efeito de sedativos, acabou despertando e indo até eles. Ele queria sair a procura de de Saori, mas se desequilibrou e só não caiu no chão porque foi amparado por Shun. O remédio que Seiya tinha tomado era forte demais e ele não conseguia se manter de pé. Shun, Shiryu e Hyoga levaram Seiya de volta para o quarto e o deixaram na companhia de Seika e Shunrei. Eles prometeram que procurariam por Saori e que, quando o efeito do remédio passasse, Seiya poderia se unir a eles.

Cena 7: Athena

Os Cavaleiros de Bronze foram até a Mansão Kido, mas Saori não estava lá e Tatsumi entrou em desespero ao saber de seu desaparecimento. O mordomo dos Kido os levou até o Escritório Central da Fundação, mas também lá o paradeiro da Sta. Kido era desconhecido.

Sem informações, Shiryu, Hyoga e Shun decidiram voltar ao hospital. Quando chegaram, encontraram Seiya desperto. O Cavaleiro de Pégaso estava muito inquieto e preocupado. Eles conversaram e chegaram a conclusão de que o melhor a fazer seria ir até o Santuário na Grécia. Eles pediriam à Marin, Shina, Kiki e os Cavaleiros de Bronze menores que os ajudassem a procurar Saori. Ela ainda estava se recuperando de muitos ferimentos, grande perda de sangue e um enorme desgaste físico e emocional causados pela última batalha. Os Cavaleiros tentavam não demonstrar, mas estavam aterrorizados pela ideia de que ela poderia ter sido sequestrada.

Um jatinho da Fundação Graad levou os Cavaleiros de Bronze. Foi só no dia seguinte que eles chegaram à Atenas na Grécia. Eles seguiram a pé até o Santuário. E quando finalmente chegaram, foram totalmente surpreendidos pelo que viram e sentiram. O cosmo de Athena, forte e brilhante, podia ser sentido à distância e o santuário, totalmente destruído na última batalha, estava de pé novamente, como se nada tivesse acontecido.

Foi então que eles encontraram os Cavaleiros de Bronze Menores. Questionados sobre Saori, eles disseram que ela simplesmente apareceu no Santuário, pediu que todos os cavaleiros se mantivessem a uma distância segura das ruínas do templo de Athena pelas próximas horas e que ninguém fosse a sua presença antes de se passarem 6 dias de sua chegada. Ela então se dirigiu ao local onde estavam localizadas as ruínas do que costumava ser o quarto de Athena. Depois de alguns minutos, seu poderoso cosmo cobriu todo o templo e ele começou a se reconstruir, como que por mágica.

Shiryu, após ouvir o relato com atenção, disse que já testemunhara uma cena parecida com essa no dia em que fora a Jamiel pela 1ª vez para pedir a Mu que consertasse as armaduras do Pégaso e do Dragão. Ele contou que viu Kiki no último andar de uma torre sem portas e, como o menino se recusou a descer para falar com ele, Shiryu ameaçou quebrar a torre, andar por andar, até que o menino estivesse à altura do chão. Logo que arrancou o 1º andar, Mu apareceu e, com seu cosmo, fez a torre voltar à sua forma original. Frente ao espanto de Shiryu, Mu explicou que ele depositara seu cosmo na torre e que, por esse motivo, ela estava viva e era parte dele, podendo ser reconstruída ou reparada por ele sempre que se danificasse, mesmo que estivesse em pedaços. O Cavaleiro de Dragão concluiu que o mesmo tinha ocorrido com o templo de Athena, já que se sabia que o grande cosmo de Athena habitava o templo era tão poderoso que impedia o uso de telecinese e outros superpoderes nas casas zodiacais.

Entretanto, depois de reconstruir todo o templo, Saori permaneceu no quarto de Athena e a atividade de seu cosmo, ao invés de diminuir, pareceu aumentar, expandindo cada vez mais. E Seiya e os outros decidiram ir até Athena pois, embora seu cosmo fosse o de uma deusa, seu corpo mortal ainda devia estar muito ferido e esgotado de pois da última batalha e todo este esforço poderia lhe custar a vida. Além disso, eles temiam que o fato de Saori ter partido sem avisá-los de nada poderia significar que outra batalha estava prestes a começar. Não podendo impedí-los de passar, como Athena havia pedido, os cavaleiros de bronze menores decidiram ir com eles.

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Fanfiction: Os Cavaleiros do Zodíaco: A Batalha de Hefesto – Capítulo 1

•fevereiro 5, 2011 • 5 Comentários


Os Cavaleiro do Zodíaco: A Batalha de Hefesto

Esse fanfic se passa após o final da batalha contra Hades e segue o roteiro do anime.

Capítulo 1

Cena 1: Shiryu

Shiryu, que recuperara novamente a visão ao alcançar o oitavo sentido no mundo dos mortos, estava deitado na cama do hospital pensando sobre a situação de seus irmãos e amigos. Ele despertara algumas horas antes e conversara com Jabu que foi visitá-lo. O Cavaleiro de Unicórnio lhe contara que Shiryu tinha sido o primeiro a acordar e que Shun, Ikki, Hyoga e Saori ainda dormiam profundamente, devido ao esgotamento físico e emocional causado pela última batalha. O caso mais sério era o de Seiya: ele estava em coma e os médicos acreditavam que ele não sobreviveria.

Shiryu e Jabu conversaram por mais alguns minutos então o Cavaleiro de Dragão fez um pedido ao Cavaleiro de Unicórnio. Shunrei deveria estar preocupada com ele, será que podia enviar uma mensagem a ela para que soubesse que ele estava bem? Jabu concordou e saiu.

Agora Shiryu estava sozinho, tentando afastar da sua mente as imagens da batalha por que acabara de passar, quando a porta de seu quarto foi abruptamente aberta e Shunrei irrompeu quarto adentro, com lágrimas escorrendo pelas faces. Ela correu até ele e o abraçou com toda a força, como se quisesse ter certeza de que ele estava mesmo alí.
Enquanto Shunrei o abraçava, Shiryu se lembrou de que teria que contar a ela sobre a morte do Mestre Ancião. Mas a verdade é que não queria fazê-lo, pois sabia que isso a entristeceria muito. De repente, ela o soltou e o olhou com olhos magoados, o que o fez pensar que ela, de alguma forma, lera seus pensamentos, mas ele estava enganado.

– Sinto Muito, Shiryu, eu o abracei forte demais. Eu o machuquei?

Aliviado, Shiryu deu um sorriso e envolveu Shunrei em seus braços. Claro que ele sentia como se todos os ossos do seu corpo estivessem quebrados e é claro que todos os músculos do seu corpo doíam, mas nada disso era culpa de Shunrei.

– Mas é claro que não, Shunrei. Eu me sinto muito melhor, agora que você chegou.

Shunrei sorriu feliz e se aconchegou nos braços de seu Dragão. Entretanto, em alguns instantes, o sorriso dela se desfez e ela falou:

– Me sinto culpada por estar tão feliz em ver você vivo e enxergando novamente quando, ao mesmo tempo, estou tão triste pela morte do Mestre.

– Como soube da morte do Mestre?

– O Cavaleiro de Unicórnio me contou.

– Jabu?

– Ele foi até a China com um avião da Fundação para me trazer ao Japão.

– E o que foi que ele te disse?

– Bem, a princípio ele não queria me dizer nada, mas eu insisti e ele acabou me contando o que tinha acontecido. Ele me disse:

“- O Mestre Ancião queimou todo o seu cosmo junto com os demais Cavaleiros de Ouro, para trazer o sol ao mundo dos mortos e, assim, permitir que os Cavaleiros de Bronze chegassem ao Elísios e salvassem Athena. Graças ao esforço dele e dos demais Cavaleiros de Ouro, a Terra não foi permanentemente coberta pelas trevas. Eu teria feito o mesmo que o Mestre Ancião e os outros Cavaleiros, então, não tenho o direito de sofrer por suas mortes. Eles morreram para que a humanidade fosse salva e esse é o dever de um Cavaleiro de Athena.”,

Shiryu não sabia até que ponto Shunrei, que não era uma Amazona, nunca fora treinada para lutar e nem enfrentara sequer uma batalha, entendera o que Jabu realmente quis dizer. Mas aquelas palavras tocaram fundo no coração do Cavaleiro de Dragão: Dohko era um Cavaleiro de Athena, assim como ele próprio, e dera sua vida por Athena, assim como ele próprio teria feito, se fosse necessário. Shiryu percebera que não tinha o direito de chorar a morte do Cavaleiro de Libra, embora o Mestre Ancião fosse como um verdadeiro pai para ele, porque ele, acima de tudo, foi um Cavaleiro que viveu e morreu com honra.

A essa altura, Shunrei chorava abraçada a ele novamente e ele se lembrou das palavras que seu Mestre disso a ele no início da batalha contra Hades. Ele lhe disse que havia uma pessoa que eles dois amavam e que era por ela que ele deveria sobreviver, porque ela ficaria muito triste se ele morresse. E Shiryu sabia que, embora já tivesse entregado sua vida à Athena e alcançado às portas da morte diversas vezes, ele também não gostava de imaginar ter que ficar longe de sua doce e querida Shunrei para sempre.

Cena 2: Shun

No meio da madrugada, Shun despertou abruptamente de seu sono. Ele se sentou na cama com dificuldade, se sentindo zonzo. Ele olhou para os lados, procurando pela presença que sentiu enquanto dormia e que o fez acordar: June. Se apoiando nos móveis, o cavaleiro de Andrômeda foi até a janela que estava aberta e olhou para fora, mas não viu ninguém no jardim do hospital.

– June… – Suspirou ele.

Então ele se debruçou no parapeito da janela e começou a se lembrar do que sentira enquanto dormia: ele sentiu o perfume de June, suas mãos acariciando seu rosto, os lábios dela tocando os seus. Shun levou as pontas dos dedos aos lábios, lembrando da sensação daquele beijo.

– Será que foi apenas um sonho? – Se questionou Shun. – June, eu não sei onde você está agora, mas eu prometo que vou procurá-la por todos os cantos da Terra e que só vou descansar quando encontrá-la. – Prometeu ele a si mesmo, enquanto contemplava as estrelas do céu.

Cena 3: Hyoga

Hyoga sentia o corpo muito pesado e dolorido. Com esforço, entreabriu um dos olhos, pois o outro estava enfaixado, com a pálpebra ferida, desde a batalha contra Poseidon. Ele não sabia onde estava, nem quanto tempo havia passado dormindo. Ainda com a visão comprometida pelo primeiro contato com a luz, o Cavaleiro de Cisne viu uma porta se abrindo e logo um vulto branco esvoaçante passou por ele, se aproximou de onde ele estava e chamou suavemente o seu nome:

– Hyoga…

Era uma voz feminina muito doce. Talvez ele tivesse morrido e estivesse no céu; talvez fosse a voz de um anjo, ou talvez sua mãe tivesse ido recebê-lo no paraíso.

– Mamãe…

– Você está bem, Hyoga? Consegue me enxergar?

Hyoga apertou a vista e tentou focar a imagem que via a sua frente. Quando sua vista se acostumou com a luminosidade do quarto, ele percebeu que aquela não era sua mãe, mas podia muito bem ser um anjo, pois era tão linda quanto um. Ela tinha doces olhos castanhos e lindos cabelos ruivos, suas vestes eram brancas como a neve da Sibéria e suas faces, levemente coradas pelo sol.

– Que bom que acordou. Como se sente?

O Cavaleiro de Cisne tentou se erguer, mas lhe faltaram as forças e ele tombou, sendo amparado pelas suaves mãos de seu anjo branco, que o ajudou a se sentar na cama. Foi então que ele olhou para os lados e achou ter reconhecido o lugar onde se encontrava:

– É um hospital.

– Sim, Hyoga, você está no hospital da fundação GRAAD no Japão.

– Quem é você? – Ele quis saber.

– Meu nome é Seika.

– Seika? – O nome lhe parecia familiar, mas, no momento, estava sonolento demais para saber onde o ouvira antes.

– Eu sou a irmã de Seiya.

– Ah… – Agora ele começava a se lembrar que Seiya procurava por Seika, sua irmã desaparecida. – O que aconteceu com Athena, Seiya e os outros?

– Shiryu e Shun já acordaram. Ikki e Athena ainda dormem, mas os médicos dizem que ambos estão bem e que logo despertarão.

– E Seiya, como ele está?

– O estado de Seiya é delicado, mas ele está vivo. E, enquanto há vida, há esperança.

Hyoga percebeu que isso significava que Seiya estava à beira da morte e decidiu não fazer mais perguntas, pois falar do delicado estado de saúde do irmão devia entristecê-la.

Cena 4: Seiya

Saori olhava através de uma janela, por onde via o nascer do sol. Algo tão comum, mas que podia ter deixado de acontecer para sempre, se Hades não tivesse sido detido e seu eclipse total não tivesse sido revertido. Sem o sol, toda a vida na terra teria terminado para sempre. Porém, mais uma vez, seus Cavaleiros lutaram contra o mal e com sua força e coragem, puderam salvar a humanidade de seu iminente fim.

Seus cavaleiros, no entanto, haviam sido dizimados ao longo de tantas batalhas seguidas. A ambição de Ares fizera com que os Cavaleiros de Athena enfrentassem uns aos outros. Nessa batalha, diversos cavaleiros de prata morreram, além dos Cavaleiros de Ouro Afrodite de Peixes, Kamus de Aquario, Shura de Capricórneo, Saga de Gêmeos, Máscara-da-morte de Câncer, além de Aiolos de Sagitário, que perdera a vida treze anos atrás para salvá-la, e Shion de Áries, o Grande Mestre do Santuário, que foi morto pelas mãos do próprio Ares.

Na batalha contra Hades, todos os Cavaleiros de Ouro ganharam uma nova vida temporária, só para que morressem mais uma vez. Todos os Cavaleiros de Ouro se uniram para trazer o sol para o mundo dos mortos e abriram os portões do Elísios, entregando suas vidas num grande esforço final.

E seus Cavaleiros de Bronze… Ela pensou que eles não sobreviveriam a uma batalha contra Hades, por isso fez de tudo para impedir que eles lutassem. Mas eles desobedeceram suas ordens e foram até o mais terrível dos locais para resgatá-la. E, no fim, ela não poderia ter vencido sem eles.

Shun, Shiryu, Hyoga e Ikki sofreram incontáveis ferimentos, mas estavam se recuperando. Seiya, porém, estaria morto se Kiki não o tivesse teletransportado imediatamente ao hospital da fundação GRAAD. Mesmo assim, o Cavaleiro de Pégaso ainda estava em coma. A própria Saori ficara desacordada por vários dias, devido ao nível de exaustão alcançado por seu corpo, que era apenas humano e mortal como o de seus cavaleiros.

De repente, uma sensação de desespero tomou conta de Saori. Ela sentia a alma de Seiya se afastando em direção às ruínas do fosso das almas. Ela, então, desconectou de si todos os tubos de soro e fios de aparelhos e foi até o quarto de Seiya.

Era madrugada e os corredores estavam desertos. Enfraquecida e descalça, Saori correu o mais rápido que pôde até encontrar o quarto de Seiya. Ela irrompeu quarto adentro, segurou as mãos dele entre as suas e as sentiu demasiado frias. O Cavaleiro de Pégasus estava morrendo.

A reencarnação de Athena se concentrou, expandiu seu cosmo até alcançar o local onde se encontrava a alma de Seiya e, a muito custo, a trouxe do fosso das almas, onde caía, de volta para o mundo dos vivos e para o corpo de seu guardião. Saori sentiu o calor voltando às mãos de Seiya e a cor voltando às suas faces. Ela deu um sorriso de alívio e caiu desmaiada.

Hyoga, Shiryu, Shun e Ikki sentiram a expansão do cosmo de Athena e também se desligaram de seus aparelhos e foram até ela. Shunrei e Seika, que tentavam impedi-los de sair de suas camas, não sendo capazes de fazê-lo, os seguiram até o quarto de Seiya. Quando chegaram, eles viram Seiya desperto, com Saori desacordada em seus braços.

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Pokémon: TODOS os pokémon com fotos (parte 26)

•janeiro 30, 2011 • 114 Comentários

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Pokémon: TODOS os pokémon com fotos (parte 25)

•janeiro 23, 2011 • 17 Comentários

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